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Edição nº 92  
 Fevereiro de 2015

Editorial

No dia 30 de janeiro, assumiu o Comando da Aeronáutica o Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato. Oficial extremamente voltado para a área operacional é conhecido como consolidador, bom administrador e experiente nos mais variados setores da instituição. Chega na hora exata em que a Força precisa de um homem como ele à sua frente após anos de modernização e reestruturação. O momento é de absorver as novas mudanças. Mas não se trata de tarefa simples. Na verdade, seu trabalho, para acomodar os novos vetores e capacidades à Força será dos mais difíceis, partindo da necessidade de reformulação do ensino para a adequação dos jovens oficiais às novas tecnologias em desenvolvimento, de uma reestruturação logística modernizada que possibilite a maximização da disponibilidade operacional da Força e a absorção do aumento da capacidade de combate que os novos equipamentos trarão.

A FAB se encontra modernizada, num esforço que envolveu diversas administrações recentes, mas que culminou com a seleção e aquisição do seu novo caça e de seu novo vetor de transporte tático, o Gripen NG e o Embraer KC-390, ambas ocorridas no comando de seu predecessor, o Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito. Nesse número de Revista Força Aérea apresentamos reportagens que falam de ambos os momentos: uma perspectiva da importância do Comando do Brigadeiro Saito para a aviação militar brasileira, a fundamental necessidade de aquisição de um vetor de Transporte e Reabastecimento em Voo estratégico, iniciada no comando anterior, mas ainda buscando a autorização final para ser finalizada, e uma importante entrevista com o Comandante da Academia da Força Aérea, o homem cuja função e responsabilidade é assessorar o Alto-Comando na adequação do ensino aos novos aviadores que irão se deparar com as novas tecnologias e doutrinas que aparecerão no horizonte da Força Aérea nos anos vindouros. Esperamos que essas e outras reportagens realizadas no Brasil e no exterior para este número tragam uma leitura atual para todos aqueles que, como nós se entusiasmam com a condução da guerra aérea...

 


Índice

Fuerza de Impacto!!!        
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Voando com a Aviação do Exército Chileno
Por: Carlos Lorch

O Ejército de Chile sempre reconheceu a importância dos meios aéreos na condução da guerra. Após três anos de estudos criaram a escola de aviação de El Bosque, em 7 de fevereiro de 1913. As primeiras operações com aeronaves duraram até 1930 quando diversas unidades aéreas foram amalgamadas numa única força, que substituiu as aviações da Marinha e do Exército. A necessidade de meios aéreos para a equação estratégica chilena permaneceu muito importante para a força terrestre e o Exército ativou um aeroclube, em 1959, para obter algum tipo de independência da Força Aérea. A necessidade de possuir uma força aérea do Exército se tornou cada vez mais premente e logo um comitê foi formado, em 1965, para estudar a necessidade e a viabilidade da formação de uma Aviação do Exército. Esse estudo eventualmente levou à reativação do ramo de Aviação do Exército Chileno (Comando de Aviación del Ejército) num decreto de 1º de outubro de 1970.   Pág. 42

Homem de Honra
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O legado de Juniti Saito, Comandante da Aeronáutica 2007-2015
Por: Carlos Lorch

O Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito recentemente passou o Comando da Aeronáutica que ocupou ao longo de cerca de oito anos turbulentos. Olhando para trás, é possível constatar os resultados de uma administração que resultou numa Força Aérea extremamente operacional e atualizada capaz de absorver os desafios de um futuro incerto na história da humanidade. Mas talvez, ainda mais importante do que a bem montada estrutura operacional, deixada pelo profissional, a Força Aérea Brasileira recebeu do homem que a comandou um exemplo de liderança e um legado moral que sem dúvida alguma, ficarão para a história.   Pág. 22

Corsário – Próximos Passos
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A Força Aérea se Prepara para Substituir o KC-137
Por: Luciano Melo Ribeiro

Toda Força Aérea, que busca estar em condições de pronto emprego e apta a atuar com seus caças onde eles se fizerem necessários, deve manter seu raio operacional compatível com a missão que lhe é atribuída. E é exatamente isso o que a FAB vem perseguindo quando pleiteia incorporar aeronaves capazes de lhe outorgar capacitações estratégicas, tanto de cunho logístico como de reabastecimento em voo.   Pág. 56

As Asas do Leão
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Voando com a DIOAR da Receita Federal
Por: Renato Otto

Acompanhando de perto experiências exitosas desenvolvidas em outros países, no tocante ao emprego de novas tecnologias no combate à evasão fiscal e ao contrabando, a Receita Federal do Brasil passou a lançar mão de aeronaves na sua incansável busca por inibir e reprimir tais atividades ilegais. Desde 2007 emprega dois helicópteros tendo já alcançado resultados extremamente satisfatórios, principalmente na região da tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.   Pág. 64

Fantasmas Galopantes da Costa Brasileira
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Operações da Aviação Naval Norte-Americana no Atlântico Sul Durante a Segunda Guerra Mundial – Parte Dois
Por: Alan C. Carey

Na segunda parte de Fantasmas Galopantes do Atlântico Sul, a FAW-16 da Quarta Frota norte-americana começa a virar defi nitivamente a mesa sobre a ameaça submarina que assolou a navegação na região. Deixando de lado a costa brasileira, as aeronaves de patrulha da Navy se deslocam para a distante Ilha de Ascensão no meio do Atlântico para enfrentar submarinos que, buscando águas menos patrulhadas, atacam mercantes na rota entre o Oriente e a Europa. Aos poucos, táticas, equipamentos e boa inteligência operacional marcam o início do fim dos U-boats nas vastas extensões do sul do Atlântico, entre a África e a costa brasileira...   Pág. 72

                                                                                                                                                                                                               

 
 

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