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Edição nº 91

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Edição nº 91  
 Fevereiro de 2015

Editorial

Desde o seu primeiro número, quando saiu O Voo do Arará sobre o afundamento do submarino U-199 pela Força Aérea Brasileira na Segunda Guerra Mundial, Revista Força Aérea publica marcantes reportagens históricas sobre eventos definitivos da guerra aérea. Em geral são trabalhos extensos que visam detalhar como ocorram essas ações que deixam lições ou que moldaram o caminho de um conflito. Foi, sem dúvida alguma, a pioneira nesse tipo de trabalho, hoje difundido por outros órgãos de comunicação aumentando sobremaneira o conhecimento coletivo da comunidade interessada no assunto.

No número dois, de fevereiro/março de 1996, publicamos 1932 – A Guerra no Ar, de Jackson Flores Jr, até hoje a mais completa obra lançada por uma revista sobre os combates aéreos da Revolução Constitucionalista. Na edição três saiu Os Olhos dos Pracinhas, brilhante matéria de Ricardo Bonalume Neto sobre a atuação da 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação na Itália. Na quatro, Águias Aztecas Sobre As Filipinas explorou detalhadamente a participação dos P-47 mexicanos no Teatro de Operações do Pacífico na Segunda Guerra Mundial. Naquele mesmo número lançamos Os Trujillo Boys, reportagem completa e exclusiva sobre os mercenários brasileiros que voaram em combate na República Dominica durante a sangrenta revolução que assolou aquele país nos anos 1940-50. Muito pouca gente conhecia aquela história que era relatada pela primeira vez por uma revista de aviação. No número sete, num enorme furo de reportagem histórica, descobrimos que morava no Brasil o ás noturno alemão da Segunda Guerra Mundial, Martin Drewes, e, como não poderia deixar de ser, fizemos uma primeira e detalhada matéria com ele. Uma reportagem que na época causou frisson entre os fãs da guerra aérea no Brasil. E os assuntos se sucederam, sempre à frente do que se esperava ver na revista, sempre buscando o exclusivo. Tratamos da Guerra do Chaco, da Saga dos Dijon Boys, do fracasso na Baía dos Porcos, nas ações dos Mirage (Os Delta Contra a Frota), dos A-4 e dos Harrier nas Malvinas – em três reportagens gigantes. Examinamos de forma definitiva a fantástica missão de um Vulcan Britânico que acabou no Rio de Janeiro, naquela mesma guerra. Descobrimos que um piloto brasileiro realizou uma missão de inserção de agente secreto na guerra com um Lysander da RAF! Dissecamos a primeira missão de interceptação da FAB a um Ilyushin cubano, ações dos finlandeses, portugueses, britânicos e, principalmente, brasileiros, e muitas outras ações que encantaram os leitores que sempre responderam entusiasmados.

Neste número, consolidando a nossa tradição de enfocar a história da Aviação Militar de forma detalhada e definitiva, trazemos para vocês a saga da Marinha Norte-americana no Atlântico Sul durante a Segunda Guerra Mundial. Para não deixar nenhum detalhe de fora, resolvemos adquirir os direitos da obra Galloping Ghosts of the Brazilian Coast de Alan C. Carey, o mais completo livro sobre o assunto existente no mercado. Assim – em duas partes, a segunda aparecendo no próximo número – será possível acompanhar como a ameaça submarina do Eixo às linhas de suprimento marítimas dos Aliados foi varrida do oceano numa campanha feroz e sangrenta.

 


Índice

Os Felinos do EB        
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Jaguares e Panteras Sobre a Mata Atlântica
Por: Leandro Casella

Nesta reportagem apresentamos aos nossos leitores um ensaio fotográfico sobre os Helicópteros de Manobra (HM), da Aviação do Exército Brasileiro, sediados na Base de Aviação de Taubaté (BAvT).   Pág. 30

O Rei da Noite!
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O Mi-28NE
Por: Leandro Casella

Sucessor do Mil Mi-24, o Mi-28N Night Hunter é um moderno helicóptero de ataque e com grande poder de fogo, destinado a cumprir missões antitanque, antipessoal, supressão de defesas terrestres e contra alvos aéreos de baixa performance. Sua versão de exportação, designada Mi-28NE, é a alternativa russa para Forças Armadas que buscam um helicóptero de ataque com excelente capacidade de sobrevivência no campo de batalha.   Pág. 44

O Condor Andino
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A Aviação de Combate da Fuerza Aérea Ecuatoriana
Por: Santiago Chavarria

Com passagens reais em combate, a Força Aérea Equatoriana se destaca entre seus pares sul-americanos quando se trata de Aviação de Caça. Por duas vezes seus vetores fizeram a diferença na manutenção da inviolabilidade do espaço aéreo nacional, assegurando ao país iniciar em vantagem discussões no campo diplomático quanto a diferenças limítrofes com país vizinho.   Pág. 54

Fantasmas Galopantes da Costa Brasileira
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Operações da Aviação Naval Norte-Americana no Atlântico Sul Durante a Segunda Guerra Mundial – Parte Um
Por: Alan C. Carey

As operações antissubmarino conduzidas pela Marinha Norte-Americana (US Navy) na América do Sul juntamente com unidades das Forças Armadas brasileiras foram parte de um conflito maior que ficou conhecido como A Batalha do Atlântico. Essa batalha foi, primeiramente, um esforço dos Aliados para proteger navios mercantes que transportavam materiais de guerra de ataques de submarinos alemães (U-boats), embarcações corsárias de superfície e ocasionalmente de submarinos italianos.   Pág. 62

                                                                                                                                                                                                               

 
 

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