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Edição nº 94  
 Junho de 2015

Editorial

O Gripen E/F da Força Aérea Brasileira ainda está razoavelmente distante das rampas brasileiras, mas, há pouco tempo, Revista Força Aérea teve a oportunidade de realizar um voo no protótipo 39-7, o único avião no qual é possível ter uma sensação das modificações que resultarão nas versões E/F. Utilizado como aeronave para testes de sistemas, o protótipo já possui diversas das modificações aerodinâmicas do futuro Gripen bem como seu novo grupo motopropulsor, o que proporciona um voo bastante diferente dos aviões em uso atualmente pela Força Aérea Sueca e a dos países operadores do avião. Trata-se de uma oportunidade que não foi facultada a muitos pilotos-jornalistas mundo afora e o resultado é melhor descrito por Alfredo Salvatore que teve o privilégio de realizar o voo com esse Gripen, digamos assim, “envenenado”, para usar um termo que denotava os carros com motorização mais possante do que os de série, no Brasil dos anos 1970. Pela confiança, afinal, voar numa aeronave teste, ainda mais a única, não é algo que a maioria das fábricas autoriza, só temos a agradecer à Saab. Na mesma reportagem trazemos uma interessante entrevista com o Comandante da Força Aérea Sueca, o Major-General Micael Bydén, que abriu uma janela em sua ocupada agenda para nos receber. Mais uma vez uma gentileza sueca que visa trazer ideias e conceitos da Força que comanda com os leitores brasileiros. Este número traz ainda as impressões dos jovens caçadores da FAB que se tornaram pilotos operacionais de Gripen na Suécia e que estão prontos para disseminar o que aprenderam pela Força Aérea. Um relato interessantíssimo. E a coisa não vai parar por aí. Nos próximos números de Revista Força Aérea, traremos para vocês diversas reportagens sobre a cultura da aviação militar daquele país, bem como de novas tecnologias e sistemas que utilizam ou estão desenvolvendo. Como sempre, buscamos estar na ponta da lança trazendo para vocês o que vem por aí.

Neste mesmo número, Santiago Rivas, talvez o mais preparado jornalista aeronáutico da Argentina, traz uma importante reportagem sobre o incansável esforço da Força Aérea do país vizinho para atualizar a sua frota. Não se trata de uma denúncia, ou crítica, mas de uma reportagem sincera que espelha o desânimo de uma Força que não consegue o apoio de sucessivos governos para, ao menos, atualizar de forma básica o conhecimento doutrinário de seus pilotos de combate. Do nosso lado, ou ponto de vista, ao lermos essa importante reportagem, fica no r a certeza de que, no momento atual, um bom paliativo poderia ser a adoção de uma aeronave como o Super Tucano, de baixo custo, porém capaz de realizar a proteção de fronteiras, bem como prover um upgrade nas doutrinas de combate ar-ar e ar-solo por contar com uma suíte de aviônicos, sistemas e armamentos extremamente atualizados.

Um ensaio sobre a utilização do KC-390 em nível operacional, realizando o que até hoje é feito pelo C-130, um passeio pelo esquadrão da Marinha que defende a fronteira molhada na região do Pantanal, aviação de patrulha, relatos históricos e uma nova coluna de piloto para piloto inaugurada pelo relato do fantástico Clóvis de Athayde Bohrer, um dos aviadores mais entusiasmados que jamais conhecemos e que ainda respira o cheiro do couro do assento, da gasolina de aviação e da borracha da máscara e cujos olhos ainda brilham ao relembrar seus passeios pelos céus nos mais variados aviões de nossa Força Aérea. Mas chega de papo. Estamos vibrando com este número de Revista Força Aérea. Vire então a página e bons voos!

 


Índice

NG!        
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Voando o Gripen New Generation em Céus Escandinavos!
Por: Alfredo Salvatore Leta

O piloto de caça Alfredo Salvatore Leta volta a Linköping para conhecer a performance do protótipo do projeto Gripen NG (Gripen Demo), com seu novo e mais potente motor, e presenciar o atual status do JAS 39E/F, aeronave que promoverá um salto na capacidade operacional da Aviação de Caça Brasileira sem precedentes na história da Força Aérea.   Pág. 42

Olhos de Portugal
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Os Patrulheiros da FAP Sobre o Atlântico
Por: José Oliveira

Responsável por uma enorme extensão de mar, Portugal defende a extremidade oeste da União Europeia. Assim como fizeram seus navegadores no século XV, os aviadores de sua Força Aérea lançam-se dia após dia sobre a imensidão do Atlântico. Com a incorporação do turboélice C-295M, em substituição ao C-212, a Força Aérea Portuguesa melhor capacitou-se para cumprir missões de transporte aéreo, SAR, vigilância e reconhecimento, além de outras de caráter não militar como monitoramento e controle de poluição marítima. Um amplo leque operacional atendido por essa única plataforma multimissão. É sobre as águas muitas vezes tempestuosas que ocorre grande parte de suas surtidas, invariavelmente atraindo os olhares de todos os especialistas da aviação de patrulha mundial.   Pág. 34

KC-390!
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A Missão!
Por: Paulo Cezar de Souza Lima

A Quinta Força Aérea (V FAE) é o Comando Operacional da FAB responsável pelo planejamento das missões, o preparo e a consolidação da doutrina da Aviação de Transporte, sendo o COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro) o Comando Operacional responsável pelo Emprego dos Meios Aéreos. De modo a mantermos os leitores da Revista Força Aérea atualizados e bem informados quanto ao Programa KC-390 e sua implementação na FAB, procuramos ouvir a posição e as considerações da própria V FAE. Nas linhas que se seguem o autor nos apresenta as expectativas e as necessidades decorrentes da implantação desse birreator tático na Força, e cujas possibilidades poderão ser ampliadas, dependendo dos recursos e das estratégias adotadas para esta ou futuras aeronaves baseadas nessa plataforma.   Pág. 58

O Gavião do Pantanal
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O Esquadrão HU-4 e a Defesa da Fronteira Oeste
Por: Leandro Casella

Há 20 anos nascia na fronteira oeste do Brasil o 4o Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4), uma das quatro unidades aéreas da Aviação Naval que empregam o UH-12 Esquilo. Passadas duas décadas o HU-4, mais conhecido como Gavião Pantaneiro, consolidou a presença das Asas da Marinha do Brasil (MB) no Pantanal, tornando-se uma ferramenta operativa fundamental para que a MB cumpra a sua missão naquela região.   Pág. 68

Nuevas Alas?
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Qual o Futuro da Caça Argentina?
Por: Santiago Rivas

Apesar de ter sido uma das mais poderosas Forças Aéreas da América do Sul ao longo de muitos anos e tendo demonstrado sua capacidade de combate, mais de 30 anos sem investimentos, cortes de orçamento e mau planejamento levaram a Força Aérea Argentina ao estágio atual, tendo perdido quase todo o seu poderio. A ansiada modernização ainda é apenas uma promessa.   Pág. 78

Cobra Coral Sobre o Xingu!
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Uma Missão Inesquecível na Amazônia!
Por: Marco Rocha “Rock”

Numa narrativa envolvente, o autor apresenta aos leitores da Revista Força Aérea um marcante e pitoresco episódio, ocorrido nos idos de 1989, que nos permite aquilatar a operacionalidade e a dedicação das tripulações que compõem a Aviação de Transporte da Força Aérea Brasileira.   Pág. 90

                                                                                                                                                                                                               

 
 

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